Como chegar na UNIFESP – EFLCH

Para chegar na EFLCH de transporte público: vá de metrô até a estação Armênia (Linha 1-Azul) e de lá pegue os ônibus Jd. Leblon, Jd. Angélica (Via Dutra), Vila Any (via Dutra) ou Piratininga (via Normandia). Peça para o motorista avisá-lo quando chegar ao terminal de ônibus dos Pimentas. Ao lado do terminal você verá uma ladeira, nela verá o CEAG, e do outro lado um estacionamento. Subindo esta ladeira você estará na UNIFESP.

De carro, pegue a Dutra sentido Rio e vire à direita no Posto Sakamoto (Km 210,5). Siga reto até o Shopping Bonsucesso, e então vire à direita mais uma vez, e siga a Av. Juscelino Kubitschek de Oliveira até o terminal de ônibus dos Pimentas. Ali você será orientado por placas. Recomendamos o estacionamento na frente do CEAG, utilizado normalmente por visitantes e alunos da faculdade. Também é possível estacionar na rua, perto do CEU.

Na dúvida, oriente-se pelo aplicativo Waze através do endereço de nossa instituição: Estrada do Caminho Velho, n° 333 – Jd. Nova Cidade – Guarulhos – SP – CEP: 07252-312.

Trajetória

Iniciado no segundo semestre de 2016 sob a proposta de estudar textos formativos, o grupo iniciou os estudos com Sentimento da dialética, de Paulo Arantes. Em seguida lemos “Crítica da dialética e da filosofia hegeliana”, de Karl Marx, para então retornarmos à chave sugerida por Arantes: “Dialética da malandragem”, de Antonio Candido, “Pressupostos, salvo engano, Dialética da malandragem”, de Roberto Schwarz, “Prefácio da 1ª edição” da Formação da literatura brasileira, de Antonio Candido e “Sete fôlegos de um livro”, de Roberto Schwarz. Estas leituras nos deram a base necessária para voltar inteiramente o interesse do grupo a trabalhos que formem uma “teoria crítica brasileira”, além de nos preparar para o primeiro evento dedicado ao tema: A atualidade de Roberto Schwarz, evento que contou com a participação dos professores Paulo Arantes, Leandro Pasini e Silvio Rosa.

Os debates desenvolvidos até então nos levaram ao ciclo seguinte, no segundo semestre de 2017, quando desenvolvemos leituras contrárias ao conceito de formação conforme formulado por Antonio Candido: “Antonio Candido, a hybris e o híbrido”, de Raul Antelo, “O cânone como formação”, de Abel Barros Baptista, “Candido superestimou modernismo e ignorou singularidades regionais” (artigo da Ilustríssima), de Luís Augusto Fischer, “Concepção de história literária na “Formação”, de Luiz Costa Lima, e “Anatomia da formação” (artigo da Ilustríssima), de Silviano Santiago.

O ciclo foi encerrado retomando a chave de Paulo Arantes, com “Providências de um crítico literário na periferia do capitalismo”. Retomando uma sugestão de Arantes, passamos para “O significado de Raízes do Brasil” e “Literatura de dois gumes”, ambos de Antonio Candido.

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Apresentação

Les vacances de Hegel
René Magritte, Les vacances de Hegel, 1958, © Photothèque R. Magritte / Banque d’Images, Adagp, Paris, 2016

O grupo tem como objetivo, debater as principais obras da teoria crítica brasileira, representada por nomes como Antonio Candido e Roberto Schwarz. Além disso, visa também se voltar à leitura de textos clássicos da teoria crítica internacional e sua aclimatação e recepção em território brasileiro. Pretende-se, desse modo, realizar leitura abrangente e cerrada da produção crítica brasileira que procurou ler o Brasil de modo dialético, e, simultaneamente, elaborar questões e problemas possíveis acerca das obras abordadas.